Cirurgia metabolica: guia completo em Portugal e alternativa com Mounjaro

cirurgia metabólica

A decisão entre fazer cirurgia metabolica ou apostar em um tratamento médico com fármacos como o Mounjaro (tirzepatida) é uma das escolhas mais importantes na jornada de quem vive com obesidade ou diabetes tipo 2. Este guia foi pensado para adultos em Portugal que querem informação clara, equilibrada e baseada em evidência – sem promessas milagrosas.


Resumo rápido (para quem tem pressa)

O que é a cirurgia metabolica em 1 minuto

cirurgia metabolica (também conhecida como cirurgia bariátrica com foco metabólico) é um conjunto de técnicas cirúrgicas no estômago e/ou intestino que têm dois objetivos principais:

  • Reduzir o peso corporal de forma significativa e duradoura;

  • Melhorar o controlo metabólico, em especial da diabetes tipo 2 e de outras doenças associadas à obesidade (hipertensão, apneia do sono, dislipidemia, fígado gordo, etc.)

A técnica mais conhecida é a gastrectomia vertical (“sleeve gástrico”), em que se remove parte do estômago, deixando um “tubo” mais pequeno.

Quem costuma ser candidato

De forma muito geral (e simplificando):

  • Pessoas com IMC ≥ 40 kg/m²; ou

  • Pessoas com IMC ≥ 35 kg/m² com doenças associadas (diabetes tipo 2, tensão alta, apneia do sono, etc.),
    depois de tentativas repetidas de perda de peso não cirúrgica.

Os critérios podem variar ligeiramente conforme as guidelines e o hospital, mas a lógica é esta: risco da obesidade muito elevado → cirurgia passa a ser opção.

Cirurgia metabolica vs Mounjaro: comparação muito rápida

  • Cirurgia metabolica

    • Intervenção única (com impacto para a vida toda).

    • Perda de peso média muitas vezes >25–30% do peso corporal em 1–2 anos, com elevada taxa de melhoria/remissão da diabetes tipo 2.

    • Requer internamento, anestesia geral e risco cirúrgico.

    • Exige suplementação de vitaminas e seguimento vitalício.

  • Mounjaro (tirzepatida)

    • Injeção semanal prescrita por médico, aprovada na UE para diabetes tipo 2 e, mais recentemente, para controlo de peso em pessoas com obesidade/excesso de peso com comorbilidades.

    • Estudos em obesidade mostram perdas de peso médias na ordem dos 15–20% em ~72 semanas, associadas a dieta e exercício.

    • Não envolve cirurgia, mas exige tratamento continuado e monitorização.

    • Pode ser opção em pessoas com IMC mais baixo que não cumprem critérios cirúrgicos ou que preferem abordagem menos invasiva.

Quando faz mais sentido falar com uma equipa como a Piko

Se ainda está “no meio do caminho”, por exemplo, tem obesidade moderada, medo da cirurgia, ou dúvidas se o Mounjaro é adequado, faz sentido começar por uma avaliação médica estruturada, como a que é feita em programas digitais de emagrecimento como a Piko.

Na Piko, um médico avalia:

  • O seu IMC, histórico de peso e doenças associadas;

  • Se faz sentido considerar medicação (Mounjaro ou outros GLP-1);

  • E, em alguns casos, se a cirurgia metabolica deve ser discutida com uma equipa cirúrgica parceira.


O que é, na prática, a cirurgia metabolica?

Cirurgia metabolica vs cirurgia bariátrica: há diferença?

Na prática clínica, os termos “cirurgia metabolica” e “cirurgia bariátrica” muitas vezes aparecem juntos:

  • Cirurgia bariátrica: foco tradicional na perda de peso.

  • Cirurgia metabolica: enfatiza o impacto no metabolismo, sobretudo na diabetes tipo 2 e outras doenças metabólicas.

As técnicas são as mesmas (sleeve, bypass, etc.). O que muda é o enfoque: não se trata apenas de emagrecer, mas de tratar um conjunto de condições ligadas à obesidade.

Tipos principais de cirurgia metabolica

  1. Gastrectomia vertical (sleeve gástrico)

    • Remove-se grande parte do estômago (cerca de 70–80%), deixando um tubo estreito.

    • Reduz a capacidade do estômago e altera hormonas como a grelina (“hormona da fome”), ajudando a reduzir o apetite.

  2. Bypass gástrico em Y de Roux

    • Cria-se um pequeno “bolso” gástrico e liga-se diretamente ao intestino delgado, desviando parte do estômago e intestino.

    • Atua por restrição (come-se menos) e por alguma alteração da absorção e da resposta hormonal.

Existem outras técnicas (como a derivação biliopancreática), geralmente reservadas para casos muito específicos.

Como a cirurgia metabolica atua no corpo

De forma simplificada, a cirurgia metabolica:

  • Reduz a quantidade de comida que consegue ingerir;

  • Muda a libertação de hormonas intestinais envolvidas na saciedade e no controlo da glicemia (GLP-1 e outras);

  • Melhora rapidamente o controlo da diabetes tipo 2, muitas vezes antes de grande perda de peso acontecer.


Cirurgia metabolica sleeve: como é feita passo a passo

Muita gente pesquisa “cirurgia metabolica sleeve” ou “como e feita a cirurgia metabolica”. Vamos descrever o processo de forma simples e sem detalhes técnicos em excesso.

Avaliação pré-operatória

Antes de pensar em bloco operatório, há um percurso obrigatório:

  • Consulta(s) com cirurgião e endocrinologista/medicina interna;

  • Avaliação por nutricionista, e muitas vezes por psicologia/psiquiatria;

  • Exames de sangue completos, estudo cardiológico, avaliação anestésica, etc.;

  • Revisão de tentativas anteriores de perda de peso (dieta, exercício, fármacos).

O objetivo é garantir que:

  • Está dentro dos critérios clínicos;

  • Tem risco cirúrgico aceitável;

  • Compreende claramente que a cirurgia exige mudanças permanentes no estilo de vida.

Como é feita a cirurgia metabolica (sleeve)

De forma muito resumida:

  1. A cirurgia é feita em bloco operatório, com anestesia geral.

  2. Habitualmente é realizada por via laparoscópica (pequenas incisões e câmara).

  3. O cirurgião remove grande parte do estômago, deixando um “tubo gástrico” mais fino (o sleeve).

  4. Todo o procedimento dura, em média, 1–2 horas (varia bastante entre centros e doentes).

  5. Após a cirurgia, passa-se para a sala de recobro e depois para o internamento.

Recuperação nas primeiras semanas

  • Internamento de alguns dias (dependendo do hospital, cirurgia e evolução individual).

  • Nas primeiras semanas, a alimentação é líquida/pastosa, avançando gradualmente para sólidos, conforme plano da equipa de nutrição.

  • É normal existir cansaço, alguma dor controlada com medicação, adaptação à nova forma de comer.

Resultados esperados

Os dados variam de estudo para estudo, mas grandes séries mostram que, em média:

  • A perda de peso após cirurgia metabolica/bariátrica pode representar 25–35% do peso corporal total ao fim de 1–2 anos em muitos doentes. 

  • Uma grande proporção de pessoas com diabetes tipo 2 tem melhoria marcada ou remissão (deixam de precisar de vários medicamentos, em alguns casos).

Mas é essencial sublinhar:

Os resultados não são garantidos e dependem de adesão à dieta, acompanhamento e fatores individuais.


Quem pode fazer cirurgia metabolica? Critérios e elegibilidade

IMC, obesidade e comorbilidades

De forma simplificada, a maioria das guidelines internacionais aponta para cirurgia metabolica quando:

  • IMC ≥ 40 kg/m², independentemente de outras doenças; ou

  • IMC ≥ 35 kg/m² com comorbilidades associadas à obesidade, como:

    • Diabetes tipo 2;

    • Hipertensão arterial;

    • Apneia do sono;

    • Dislipidemia (colesterol/triglicéridos elevados);

    • Doenças articulares, fígado gordo, etc.

Em alguns contextos, começa-se a discutir cirurgia para IMC 30–34,9 kg/m² com diabetes tipo 2 difícil de controlar, mas isso depende muito de cada país e centro.

Quem geralmente NÃO é candidato

Algumas situações em que a cirurgia pode não ser indicada:

  • Doença cardíaca ou pulmonar avançada com risco cirúrgico muito elevado;

  • Doenças psiquiátricas graves descompensadas;

  • Dependência ativa de álcool ou drogas;

  • Incapacidade de compreender / aderir ao seguimento e mudanças necessárias.

A decisão final cabe sempre à equipa multidisciplinar.


Benefícios e riscos da cirurgia metabolica

Benefícios principais

Vários estudos e meta-análises mostram que a cirurgia metabólica/bariátrica está associada a:

  • Perda de peso substancial e sustentada (muitas vezes >25% de peso total);

  • Melhoria ou remissão da diabetes tipo 2 em muitos doentes;

  • Redução de:

    • Hipertensão;

    • Apneia do sono;

    • Dislipidemia;

    • Fígado gordo;

  • Redução de mortalidade a longo prazo em pessoas com obesidade grave, em alguns estudos.

Riscos e complicações

Como qualquer cirurgia major, há riscos, que podem incluir:

  • Complicações precoces:

    • Hemorragia;

    • Fugas na linha de sutura;

    • Tromboembolismo;

    • Infecção.

  • Complicações tardias:

    • Déficits de vitaminas e minerais;

    • Refluxo gastroesofágico (sobretudo em sleeve);

    • Estreitamentos (estenoses), hérnias internas, entre outros.

Por isso, insiste-se tanto em:

  • Boa seleção de candidatos;

  • Cirurgia em centros experientes;

  • Seguimento vitalício com equipa de nutrição e medicina.


Cirurgia metabolica vs Mounjaro (tirzepatida): qual é a diferença?

O que é o Mounjaro e como funciona

Mounjaro tem como substância ativa a tirzepatida, um fármaco que:

  • É administrado em injeção subcutânea semanal;

  • Atua como agonista duplo de GIP e GLP-1, duas hormonas intestinais que:

    • Aumentam a saciedade;

    • Reduzem a fome;

    • Melhoram o controlo da glicemia.

Está aprovado na UE para:

  • Tratamento de diabetes tipo 2;

  • Controlo de peso em adultos com obesidade/excesso de peso com comorbilidades, quando integrado num plano com dieta e exercício.

Resultados de peso com Mounjaro

Nos grandes estudos em obesidade (como o SURMOUNT-1), em pessoas com obesidade sem diabetes, a tirzepatida em doses mais elevadas levou a:

  • Perdas de peso médias na ordem dos 15–20% do peso corporal em cerca de 72 semanas,
    quando combinada com dieta hipocalórica e aumento de atividade física.

Nem todos respondem da mesma forma, e a decisão de usar o medicamento deve sempre ser tomada por um médico.

Resultados de peso com cirurgia metabolica

Ao comparar com cirurgia:

  • Cirurgia metabolica (como sleeve ou bypass) tende a produzir perdas de peso maiores e mais sustentadas, frequentemente >25–30% do peso corporal em muitos casos;

  • A taxa de remissão da diabetes tipo 2 após cirurgia é elevada em diversos estudos.

Ambas as abordagens podem melhorar comorbilidades, mas a cirurgia, em geral, oferece:

  • Maior perda de peso;

  • Maior probabilidade de remissão de diabetes;

  • À custa de uma intervenção invasiva e de riscos cirúrgicos.

Tabela comparativa: cirurgia metabolica vs Mounjaro

Critério

Cirurgia metabolica (ex. sleeve)

Tratamento com Mounjaro (tirzepatida)

Tipo de intervenção

Cirúrgica, invasiva, única (com impacto definitivo na anatomia)

Tratamento farmacológico, injeção semanal

Perda de peso típica

Frequentemente >25–30% do peso corporal em 1–2 anos

Em estudos, ~15–20% em ~72 semanas (com dieta/exercício)

Impacto na diabetes tipo 2

Elevada taxa de melhoria/remissão

Melhoria importante, podendo reduzir necessidade de outros fármacos

Riscos principais

Complicações cirúrgicas + défices nutricionais a longo prazo

Efeitos GI (náuseas, vómitos, diarreia), risco de outros efeitos raros

Duração do tratamento

Intervenção única + seguimento vitalício

Tratamento continuado (benefícios tendem a depender da manutenção)

Internamento

Sim, normalmente alguns dias

Não, tratamento ambulatório

Estilo de vida

Mudanças obrigatórias e permanentes na alimentação e hábitos

Mudanças também necessárias; medicamento não substitui estilo de vida

Indicado para

Obesidade grave / comorbilidades importantes

Obesidade/excesso de peso com critérios médicos definidos


Como decidir entre cirurgia metabolica e um programa médico com Mounjaro

Não existe resposta “certa” universal, existe a resposta certa para si, encontrada em conjunto com a sua equipa médica.

Perfis em que a cirurgia faz mais sentido

Em termos gerais, a cirurgia pode ser especialmente considerada quando:

  • IMC é muito elevado (por exemplo, ≥40 kg/m²);

  • Existem múltiplas comorbilidades graves (diabetes difícil de controlar, apneia importante, etc.);

  • Já houve várias tentativas bem estruturadas de perda de peso sem sucesso;

  • A pessoa está motivada para a mudança e aceita os riscos e compromissos da cirurgia.

Perfis em que Mounjaro / GLP-1 podem ser primeira linha

Um programa médico com fármacos como Mounjaro pode ser uma opção preferencial quando:

  • IMC é mais baixo, não cumprindo critérios clássicos de cirurgia;

  • A pessoa tem medo da cirurgia ou contraindicações cirúrgicas;

  • Pretende experimentar primeiro uma alternativa menos invasiva, com acompanhamento próximo;

  • O médico considera que existe boa probabilidade de resposta ao fármaco.

Combinar cirurgia e medicação

Em alguns contextos, pode:

  • Utilizar-se medicação antes da cirurgia para reduzir peso e risco cirúrgico;

  • Introduzir-se GLP-1/tirzepatida depois da cirurgia em casos de reganho de peso ou necessidade de reforço, algo já estudado com outros procedimentos como o endoscopic sleeve.

Tudo isto deve ser decidido caso a caso, com base em evidência e segurança.


Onde entra a Piko? Programa médico de emagrecimento com medicação

Piko é uma clínica de emagrecimento online, focada em:

  • Consultas médicas especializadas;

  • Avaliação estruturada de IMC, comorbilidades e histórico de peso;

  • Prescrição de medicação para emagrecer (quando indicada clinicamente);

  • Acompanhamento contínuo através de uma app e de uma equipa dedicada.

No programa médico de emagrecimento completo da Piko, o foco não é apenas “perder X kg”, mas:

  • Melhorar a saúde metabólica;

  • Ajudar a criar hábitos sustentáveis;

  • Acompanhar de perto o uso de medicação como Mounjaro (quando clinicamente indicado e disponível), Wegovy ou outros fármacos aprovados.

A Piko também pode:

  • Identificar casos em que vale a pena discutir cirurgia metabolica;

  • Encaminhar para equipas e centros cirúrgicos adequados, quando se justifica.

Se está a ponderar cirurgia ou Mounjaro, o primeiro passo pode ser simplesmente fazer uma avaliação de elegibilidade num programa médico de emagrecimento como o da Piko, e discutir com um médico todas as opções.


Perguntas frequentes sobre cirurgia metabolica em Portugal

A cirurgia metabolica é reversível?

A maioria das técnicas mais usadas (como o sleeve gástrico) não é reversível de forma simples, porque envolve remover parte do estômago. O bypass gástrico é teoricamente mais “reversível”, mas qualquer reversão é uma nova cirurgia complexa e rara. Por isso, a decisão deve ser ponderada como algo para a vida toda.

A cirurgia metabolica sleeve é segura?

Nenhuma cirurgia major é “isenta de risco”. No entanto, em centros experientes, a cirurgia metabolica apresenta taxas de complicações graves relativamente baixas, comparáveis a outras cirurgias abdominais de grande porte.

O risco individual depende de:

  • Idade;

  • Estado cardiovascular e respiratório;

  • Comorbilidades;

  • Experiência da equipa cirúrgica.

Quanto peso se perde normalmente com cirurgia metabolica?

Os resultados variam, mas muitos estudos apontam para uma perda de cerca de 25–35% do peso corporal total em 1–2 anos, com alguma recuperação parcial de peso a longo prazo em parte dos doentes.

O mais importante é:

  • Seguir o plano alimentar;

  • Manter acompanhamento;

  • Introduzir atividade física.

A cirurgia metabolica cura a diabetes tipo 2?

Fala-se muitas vezes em “remissão” e não em “cura”. Muitos doentes conseguem:

  • Deixar de precisar de vários medicamentos;

  • Normalizar níveis de glicemia e HbA1c;

Mas a diabetes pode voltar se houver recuperação de peso ou outros fatores. Ainda assim, a cirurgia é uma das estratégias com maior impacto na diabetes tipo 2 em pessoas com obesidade. 

Quanto tempo vou estar internado?

Depende do tipo de cirurgia, hospital, evolução individual e complicações. Em muitos centros, fala-se em alguns dias de internamento para procedimentos como sleeve gástrico ou bypass, se não houver intercorrências.

Vou precisar de tomar vitaminas para sempre?

Sim, na maioria dos casos a cirurgia metabolica implica:

  • Suplementação vitalícia de vitaminas e minerais (por exemplo, vitamina B12, ferro, cálcio, vitamina D), especialmente em técnicas malabsortivas.

O esquema exato é definido pela equipa médica e ajustado conforme análises de sangue periódicas.

Posso fazer cirurgia metabolica se “só” tenho excesso de peso?

Em geral, não. A cirurgia metabolica está pensada para obesidade mais grave (IMC ≥ 40 ou ≥ 35 com doenças associadas). Pessoas com excesso de peso ou obesidade mais ligeira costumam ser melhor enquadradas em:

  • Programas médicos com medicação;

  • Intervenções estruturadas de estilo de vida.

Mounjaro é tão eficaz como cirurgia metabolica?

Depende da métrica. Em termos de percentagem de peso perdido, os dados atuais sugerem que a cirurgia ainda oferece, em média, perdas superiores, enquanto Mounjaro se aproxima  mas com variação interindividual e necessidade de uso continuado.

Por outro lado, Mounjaro:

  • Não exige cirurgia;

  • Tem o seu próprio perfil de riscos (efeitos GI, etc.);

  • É mais fácil de interromper.

A que idade se pode fazer cirurgia metabolica?

A maioria dos programas trabalha com adultos. Há casos em adolescentes com obesidade grave, mas com critérios muito rigorosos. Em adultos mais velhos, o foco é avaliar:

  • Benefício esperado;

  • Risco cirúrgico;

  • Situação global de saúde.

Posso engravidar depois de uma cirurgia metabolica?

Muitas mulheres conseguem engravidar após cirurgia metabolica, por vezes com fertilidade melhorada. Porém:

  • Normalmente recomenda-se esperar 12–18 meses após a cirurgia (fase de perda de peso mais intensa);

  • Necessita de seguimento rigoroso de nutrição e obstetrícia de alto risco.


Nota final

  • Cirurgia metabolica e Mounjaro são ferramentas poderosas, mas não substituem o básico: alimentação adequada, movimento e acompanhamento de longo prazo.

  • A escolha entre cirurgia, medicação ou combinação deve sempre ser feita com uma equipa médica experiente, que conheça o seu caso em detalhe.

Se está a ponderar um destes caminhos, pode ser útil começar por uma avaliação médica estruturada, como a que é feita na Piko – clínica digital de emagrecimento, para perceber qual a abordagem mais segura e eficaz para a sua realidade.

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Eduardo Alves

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