Inibidor de apetite: qual o melhor, tipos, riscos e alternativas médicas em Portugal

O que é um inibidor de apetite?
Inibidor de apetite é um termo genérico usado para tudo o que reduz a fome ou a vontade de comer: desde medicamentos sujeitos a receita médica até suplementos e estratégias alimentares.
Alguns atuam diretamente no cérebro, outros nas hormonas intestinais que regulam saciedade.
Em Portugal, os inibidores de apetite com melhor evidência são medicamentos para obesidade, usados em contexto clínico, não cápsulas “milagrosas” da internet.
Top 3 classes que mais reduzem o apetite
Agonistas GLP-1 / GIP-GLP-1 (como Wegovy, Saxenda, Mounjaro) – atuam em hormonas intestinais, aumentam saciedade e reduzem ingestão calórica.
Naltrexona + bupropiona (Mysimba) – age em centros de recompensa e controlo de apetite no cérebro, reduzindo compulsão e “vontade de petiscar”.
Combinação de medicação + plano alimentar rico em proteína e fibra – não é um comprimido, mas na prática é uma das formas mais eficazes de controlar fome a longo prazo.
Quando faz sentido pensar em inibidores de apetite
Normalmente não é para perder 3–4 kg “rápido”, mas para pessoas com:
Obesidade (IMC ≥ 30), ou
Excesso de peso (IMC 27–30) com doenças associadas (diabetes tipo 2, hipertensão, apneia do sono, dislipidemia, fígado gordo, etc.).
Nestes casos, o objetivo não é só “comer menos”, mas reduzir risco de doença cardiovascular, diabetes e outras complicações.
Aviso rápido de segurança
Muitos “inibidores de apetite forte / extra forte” vendidos online contêm substâncias não declaradas, incluindo fármacos retirados do mercado como a sibutramina.
O Infarmed tem emitido alertas sobre produtos ilegais para emagrecer vendidos na internet.
Se um produto promete emagrecimento rápido, sem receita e sem esforço, desconfie.
O que é um inibidor de apetite e como funciona
Definição: fármacos, suplementos e estratégias “naturais”
Na linguagem do dia a dia, “inibidor de apetite” pode significar três coisas diferentes:
Medicamentos sujeitos a receita, aprovados para tratamento da obesidade ou de outras doenças, que têm como efeito a redução do apetite (ex.: GLP-1, naltrexona/bupropiona).
Suplementos ou produtos vendidos como “redutor de apetite”, muitas vezes com fibras, cafeína, extratos vegetais – com evidência muito variável e, por vezes, rotulagem pouco clara.
Estratégias alimentares e de estilo de vida que naturalmente ajudam a controlar a fome: mais proteína, mais fibra, melhor sono, gestão do stress, etc.
Quando alguém procura “inibidor de apetite forte” ou “remédio que inibe a fome”, normalmente está a falar do ponto 1… mas acaba frequentemente a comprar o ponto 2.
Apetite vs fome vs vontade de comer
Fome – necessidade fisiológica de energia.
Apetite – desejo de comer, influenciado por cheiros, emoções, hábitos.
Vontade de comer / “craving” – impulso intenso, muitas vezes ligado a alimentos específicos (doces, salgados).
Um bom tratamento de emagrecimento não atua só na fome, mas também:
Na saciedade (sentir-se cheio com menos comida).
Nos cravings e na compulsão alimentar.
Na relação com a comida (emoções, rotina, sono, stress).
Como o corpo regula o apetite
O apetite é regulado por uma rede complexa:
Hormonas intestinais (GLP-1, GIP, PYY, grelina).
Sinais do tecido adiposo (leptina).
Centros de controlo no hipotálamo e nas áreas de recompensa do cérebro.
Fatores comportamentais: sono, stress, ambiente alimentar.
Os medicamentos modernos para obesidade atuam precisamente em alguns destes mecanismos.
Top 3 inibidores de apetite mais poderosos
Importante: este ranking é explicativo, não uma recomendação direta. A escolha do medicamento é sempre clínica.
1) Agonistas GLP-1 / GIP-GLP-1 (Wegovy, Saxenda, Mounjaro)
O que são?
Fármacos injetáveis que imitam ou potenciam hormonas intestinais (GLP-1, e no caso do Mounjaro também GIP).Como atuam?
Aumentam a saciedade.
Abrandam o esvaziamento gástrico.
Diminuem a fome e a ingestão calórica.
Exemplos disponíveis em Portugal para obesidade:
Wegovy (semaglutida) – injeção semanal.
Saxenda (liraglutida) – injeção diária.
Mounjaro (tirzepatida) – injeção semanal, aprovado para diabetes tipo 2 e, mais recentemente, para gestão de peso em adultos com obesidade ou excesso de peso com comorbilidades.
São, em média, os medicamentos com maior impacto na perda de peso e no apetite hoje disponíveis.
2) Naltrexona + bupropiona (Mysimba)
O que é?
Combinação em comprimidos de dois fármacos: naltrexona (atua em recetores opióides) e bupropiona(antidepressivo que também ajuda na cessação tabágica).Como atua?
Interfere em circuitos de recompensa e controlo de apetite no cérebro.
Pode reduzir compulsão, petiscos e ingestão emocional.
Vantagem: opção oral para quem não quer ou não pode usar injetáveis.
Limitações: efeitos secundários gastrointestinais, neurológicos e psiquiátricos em algumas pessoas; exige vigilância médica.
3) Estratégia combinada: medicação + plano alimentar rico em proteína e fibra
Não é um comprimido, mas, na prática, é o que mais funciona a médio e longo prazo:
A medicação ajuda a reduzir a fome e os cravings.
A alimentação bem desenhada (proteína adequada + fibra + alimentos pouco processados) aumenta a saciedade de forma natural.
O resultado é um controlo de apetite mais estável e manutenção da perda de peso.
Ranking de inibidores de apetite sujeitos a receita médica em Portugal
Visão geral: medicamentos para obesidade aprovados em Portugal
Atualmente, em Portugal, estão disponíveis cinco medicamentos aprovados para tratamento da obesidade, todos sujeitos a receita médica:
1. Mounjaro (tirzepatida) – injeção semanal.
2. Wegovy (semaglutida) – injeção semanal.
3. Saxenda (liraglutida) – injeção diária.
4. Mysimba (naltrexona + bupropiona) – comprimidos.
5. Orlistato 120 mg – comprimidos (atua sobretudo na absorção de gordura, não é um inibidor de apetite clássico).
Todos são, à data, não comparticipados pelo SNS para obesidade, o que significa que o custo é suportado pelo doente, salvo eventuais apoios privados.
GLP-1 / GIP-GLP-1: Wegovy, Saxenda, Mounjaro
Wegovy (semaglutida)
Indicação: tratamento da obesidade em adultos com IMC ≥30, ou ≥27 com comorbilidades.
Como atua: agonista GLP-1 → aumenta saciedade, reduz fome e ingestão energética.
Prós (em termos de apetite):
Redução expressiva da fome e dos cravings em muitos doentes.
Altas taxas de perda de peso em estudos clínicos.
Contras:
Efeitos gastrointestinais frequentes (náuseas, vómitos, diarreia).
Custo mensal elevado (ordem de centenas de euros).
Necessidade de injeção semanal.
Saxenda (liraglutida)
Indicação: obesidade em adultos e, em alguns contextos, adolescentes (conforme ficha técnica).
Como atua: agonista GLP-1 diário, com mecanismo semelhante ao Wegovy.
Prós:
Também reduz o apetite e ajuda na perda de peso.
Mais anos de experiência de utilização.
Contras:
Injeção diária.
Efeitos gastrointestinais e custo relevantes.
Mounjaro (tirzepatida)
Indicação: diabetes tipo 2 e gestão de peso em adultos com obesidade ou excesso de peso com comorbilidades, em determinados mercados, incluindo a UE.
Como atua: agonista duplo GIP + GLP-1, com efeito muito forte em saciedade e controlo glicémico.
Prós:
Perdas de peso médias superiores a muitos tratamentos anteriores.
Grande impacto na redução do apetite.
Contras:
Efeitos secundários gastrointestinais semelhantes à semaglutida.
Custo elevado.
Necessidade de titulação e acompanhamento muito próximo.
Naltrexona + bupropiona (Mysimba)
Tipo: comprimidos.
Principal efeito: reduz compulsão, beliscadas e ingestão emocional, mais do que “fome fisiológica”.
Prós:
Forma oral, sem injeções.
Pode ser particularmente útil em pessoas com muita compulsão alimentar.
Contras:
Contraindicado em alguns contextos (história de convulsões, certas doenças psiquiátricas, etc.).
Possíveis efeitos em humor, sono, tensão arterial – exige vigilância.
Orlistato 120 mg
Como atua: reduz a absorção de cerca de 30% da gordura ingerida, através da inibição de lipases intestinais.
Não é um verdadeiro “inibidor de apetite”, mas pode levar a alguma modificação de hábitos pela necessidade de reduzir gordura na dieta.
Prós:
Decisão de tomar pode incentivar a reduzir alimentos muito gordurosos.
Contras:
Efeitos gastrointestinais desagradáveis (diarreia oleosa, urgência fecal) se a alimentação não for bem ajustada.
Menor impacto direto em fome e saciedade.
Tabela comparativa
* A decisão é sempre médica, após avaliação clínica.
Inibidores de apetite “naturais”: o que ajuda mesmo?
Alimentação rica em proteína
Dietas com maior percentagem de proteína tendem a aumentar a saciedade e a reduzir o total de calorias ingeridas ao longo do dia.
Exemplos práticos:
Iogurte grego natural, queijo fresco magro, ovos.
Peixe, frango, leguminosas (feijão, grão, lentilhas).
Benefícios:
Mais saciedade por refeição.
Preservação de massa muscular durante a perda de peso.
Fibra solúvel e alimentos saciantes
Fibras viscosas (como beta-glucanos da aveia, pectina, algumas gomas) atrasam o esvaziamento gástrico e aumentam sensação de “cheio”.
Fontes interessantes:
Aveia, cevada.
Frutas com casca, vegetais, leguminosas.
Efeito:
Ajuda a controlar picos de fome entre refeições.
Melhora trânsito intestinal e perfil lipídico.
Sono e stress
Dormir pouco e ter stress crónico:
Aumenta grelina (hormona da fome).
Diminui leptina (sinal de saciedade).
Melhorar o sono (7–9h/noite) e gerir stress (psicoterapia, exercício, técnicas de relaxamento) é, na prática, um inibidor de apetite natural muitas vezes ignorado.
Cafeína, chá verde e outros suplementos
Cafeína e alguns extratos de chá verde podem reduzir ligeiramente o apetite em curto prazo, mas os efeitos são modestos e tendem a habituar.
Devem ser vistos como pequenos auxiliares, não como solução central.
Suplementos “milagrosos” vendidos online
O Infarmed já alertou para vendas ilegais de “medicamentos para emagrecer” com sibutramina (ex.: Reductil) em websites e redes sociais – substância suspensa na UE devido ao aumento de risco cardiovascular.
Problemas:
Substâncias não declaradas no rótulo.
Ausência de controlo de qualidade, segurança e eficácia.
Risco de efeitos graves (cardiovasculares, psiquiátricos, hepáticos).
Regra de ouro: se não está disponível em farmácia licenciada ou é vendido como “suplemento” com promessas de perda de peso extrema, não arrisque.
Riscos e limites dos inibidores de apetite
Efeitos secundários dos medicamentos sujeitos a receita
Todos os medicamentos para obesidade têm potenciais efeitos adversos:
GLP-1 / GIP-GLP-1: náuseas, vómitos, diarreia, obstipação, dor abdominal; raramente, pancreatite ou problemas de vesícula.
Mysimba: náuseas, cefaleias, insónias, aumento de tensão arterial em alguns casos; risco de convulsões em pessoas predispostas.
Orlistato: diarreia oleosa, flatulência com perda de fezes, desconforto abdominal.
Por isso, o acompanhamento médico e a monitorização de análises são obrigatórios.
Riscos dos antigos “anorexígenos”
Medicamentos como sibutramina foram retirados do mercado europeu devido a aumento de risco de eventos cardiovasculares (enfarte, AVC) em pessoas suscetíveis.
Sempre que vê referências a “Reductil”, “inibidor de apetite antigo”, etc., lembre-se que:
Se ainda estão à venda, são ilegais em Portugal.
Podem aparecer mascarados como “suplementos” vendidos online.
Produtos ilegais na internet
Infarmed tem detetado vários produtos para emagrecer com:
Substâncias farmacológicas não declaradas (sibutramina, yohimbina, laxantes potentes, etc.).
Risco elevado por ausência de controlo de qualidade.
Conclusão: “inibidor de apetite extra forte” comprado em websites obscuros pode significar medicação ilegal com efeitos imprevisíveis.
Piko: mais do que um inibidor de apetite, um programa médico completo
A Piko não é “um comprimido”, é uma programa digital de emagrecimento que integra:
Consulta com médicos com experiência em obesidade e metabolismo.
Check-up com dezenas de análises laboratoriais (perfis metabólicos, hormonais, inflamatórios, etc.).
App para acompanhamento diário (peso, hábitos, sintomas).
Comunidade de pacientes e equipa multidisciplinar (nutrição, coaching).
Onde entram os inibidores de apetite?
Dentro do programa médico de emagrecimento Piko:
Os médicos podem considerar GLP-1, GIP-GLP-1, Mysimba ou outras opções, se o paciente cumprir critérios clínicos e de segurança.
Não há garantia de que qualquer inibidor de apetite seja prescrito.
O foco é sempre: segurança, personalização e mudança de estilo de vida sustentada.
Para muitas pessoas, só a combinação de estrutura, acompanhamento e ajustes de estilo de vida já reduz significativamente a fome e o comer emocional, com ou sem medicação.
Como decidir: será que preciso mesmo de um inibidor de apetite?
Perguntas-chave para discutir com o seu médico
Qual é o meu IMC e quais as minhas comorbilidades (diabetes, HTA, fígado gordo, etc.)?
Já tentei abordagens estruturadas de estilo de vida (nutrição, exercício, sono) com acompanhamento?
Onde sinto maior dificuldade:
Fome fisiológica intensa?
Compulsão/”ataques de fome”?
Petiscar constante por stress ou tédio?
Estou preparado(a) para:
Fazer análises regulares?
Monitorizar efeitos secundários?
Investir financeiramente num tratamento prolongado, se for essa a decisão?
Sinais de que está na altura de procurar ajuda especializada
Peso a subir continuamente apesar de múltiplas tentativas “por conta própria”.
Fome ou compulsão que sente estar fora de controlo.
Diagnóstico de pré-diabetes, diabetes tipo 2, hipertensão ou colesterol muito elevado.
Impacto emocional forte (vergonha do corpo, isolamento social, autoestima muito baixa).
Nestes casos, não é fraqueza procurar medicação; é tratar uma doença crónica com ferramentas adequadas.
Próximos passos práticos
Marcar consulta com médico de família, endocrinologista ou clínica especializada em emagrecimento (como a Piko).
Fazer exames básicos (e, idealmente, um check-up alargado).
Discutir opções: medicação, estratégia alimentar, exercício, acompanhamento psicológico.
Se fizer sentido, integrar um inibidor de apetite médico num programa completo – não como solução isolada.
FAQ sobre inibidor de apetite em Portugal
1. O que é exatamente um inibidor de apetite?
É qualquer substância, medicamento ou estratégia que reduz a fome ou a vontade de comer. Pode ser:
Um fármaco aprovado para obesidade (ex.: GLP-1, Mysimba).
Um suplemento (normalmente com efeito mais modesto ou duvidoso).
Uma abordagem de estilo de vida (mais proteína, mais fibra, sono melhor, etc.).
O termo é amplo – por isso é importante saber de que tipo de inibidor estamos a falar.
2. Qual é o melhor inibidor de apetite para emagrecer rápido?
Em termos de potência clínica, os agonistas GLP-1 e GIP-GLP-1 (como Wegovy e Mounjaro) estão entre as opções mais eficazes em redução do apetite e perda de peso, seguidos de combinações como a naltrexona+bupropiona (Mysimba).
Mas “melhor” não significa “ideal para toda a gente”:
Cada medicamento tem indicações, contraindicações, efeitos secundários e custos.
A escolha é sempre feita por um médico, caso a caso.
Em muitos cenários, uma boa intervenção de estilo de vida já pode trazer grande melhoria sem medicação.
3. Existem inibidores de apetite aprovados pelo Infarmed?
O Infarmed não tem uma categoria formal chamada “inibidores de apetite”, mas aprova medicamentos para obesidade que têm, entre outros efeitos, a redução do apetite:
Wegovy, Saxenda, Mounjaro, Mysimba e Orlistato 120 mg (este último atuando sobretudo na absorção de gordura).
Tudo o que é vendido como “inibidor de apetite forte” fora deste circuito, especialmente na internet, deve ser visto com muita desconfiança.
4. Posso comprar inibidor de apetite forte sem receita na internet?
É aqui que o risco sobe muito:
Muitos produtos vendidos online como “fortes” ou “extra fortes” contêm fármacos escondidos, como sibutramina, que foi retirada do mercado europeu por risco cardiovascular.
O Infarmed tem repetidamente alertado para estes medicamentos ilegais.
Portanto, a resposta prática é: não é seguro comprar “inibidor de apetite forte” sem receita pela internet.
5. Inibidor de apetite natural funciona?
Até certo ponto, sim:
Mais proteína e mais fibra → refeições mais saciantes.
Melhor sono e menos stress → melhor equilíbrio hormonal da fome.
No entanto, em casos de obesidade moderada a grave, estas estratégias podem não ser suficientes sozinhas. Aí entra a possibilidade de combinar:
Estratégias naturais medicação
Acompanhamento estruturado (como o programa da Piko)
6. GLP-1 (Ozempic, Wegovy, Mounjaro) são inibidores de apetite?
Tecnicamente, são agonistas de recetores hormonais (GLP-1, GIP) que:
Aumentam saciedade,
Reduzem fome e ingestão calórica,
Melhoram o controlo glicémico.
Na prática, muitas pessoas sentem-nos como “fortes inibidores de apetite”, mas é importante lembrar que são medicamentos complexos, indicados para doenças crónicas (diabetes tipo 2, obesidade), não “injeções estéticas”.
7. Mysimba é inibidor de apetite?
Mysimba não é um inibidor de apetite clássico, mas sim uma combinação que atua em áreas do cérebro relacionadas com recompensa, cravings e controlo de ingestão.
Muitas pessoas sentem menos vontade de petiscar e menos compulsão, o que, na experiência subjectiva, é percebido como “menos apetite”.
8. Inibidor de apetite de farmácia: o que posso esperar?
Numa farmácia em Portugal, o que encontra é:
Medicamentos sujeitos a receita (não podem ser dispensados sem prescrição).
Alguns suplementos com fibras, plantas, cafeína, etc., com alegações de saciedade mais modestas.
Se alguém lhe vender um “inibidor de apetite extra forte” sem receita, esse produto não é um medicamento legalmente aprovado para emagrecer.
9. Qual é o papel da Piko neste contexto?
A Piko não vende comprimidos “milagrosos”. O que oferece é:
Um programa médico de emagrecimento completo, com consulta, análises, plano personalizado e app.
Dentro desse programa, o médico pode ou não sugerir medicamentos que atuam no apetite – se for clinicamente adequado.
O foco é tratar a causa do excesso de peso, não apenas “calar a fome”.
Se procura orientação estruturada, em vez de escolher um inibidor de apetite ao acaso, a Piko pode ser uma opção a considerar.
10. Um inibidor de apetite é sempre necessário para emagrecer?
Não. Muita gente consegue perder peso de forma consistente com:
Intervenção nutricional bem planeada.
Aumento gradual da atividade física.
Ajustes de sono, stress, contexto social.
Os inibidores de apetite (medicamentos) são ferramentas adicionais, indicadas sobretudo quando:
Já existiram várias tentativas falhadas com estilo de vida.
Há obesidade moderada/grave com comorbilidades.
O risco metabólico justifica uma abordagem mais intensiva.