
Saxenda: tem interesse em saber exactamente para que serve, como deve ser administrado e de que forma atua no seu organismo? Clique aqui e descubra!
Saxenda é um medicamento injetável à base de liraglutida, um agonista dos receptores de GLP-1, indicado para o controlo do peso em adultos, adolescentes e crianças a partir dos 6 anos que apresentem obesidade ou excesso de peso com comorbilidades associadas.
A sua utilização faz-se sempre como complemento de uma alimentação com défice calórico e de atividade física regular, nunca como solução isolada.
Se procura saber para que serve Saxenda, como tomar, qual a posologia, se precisa de receita médica ou onde consultar a bula, este artigo reúne as respostas essenciais com base em fontes oficiais.
A Agência Europeia de Medicamentos (EMA) autorizou o Saxenda em março de 2015 para adultos e, mais tarde, alargou a indicação a adolescentes e crianças. Em Portugal, trata-se de um medicamento sujeito a receita médica, dispensado exclusivamente em farmácia.
Compreender como funciona e o que envolve o tratamento é fundamental para quem pondera esta opção, e é exatamente isso que explicamos de forma clara e rigorosa ao longo das próximas secções.
Saxenda é o nome comercial de uma formulação de liraglutida em dose de 3,0 mg, desenvolvida especificamente para o controlo do peso corporal.
A liraglutida é um análogo do peptídeo-1 semelhante ao glucagon (GLP-1), uma hormona produzida naturalmente no intestino após as refeições, que participa na regulação do apetite e da saciedade.
Ao ligar-se aos receptores de GLP-1 no cérebro, o Saxenda contribui para aumentar a sensação de saciedade e reduzir a fome, ajudando o doente a diminuir a ingestão alimentar.
Conforme o resumo público do EPAR da EMA, em ensaios clínicos com mais de 5800 adultos, o tratamento na dose máxima resultou numa redução média de 7,5% do peso corporal, comparado com 2,3% no grupo placebo.
Em adultos, Saxenda está indicado para doentes com um índice de massa corporal (IMC) igual ou superior a 30 kg/m² (obesidade), ou igual ou superior a 27 kg/m² (excesso de peso) quando existe pelo menos uma comorbilidade relacionada com o peso, como pré-diabetes, diabetes tipo 2, hipertensão, dislipidemia ou apneia obstrutiva do sono.
A indicação é sempre como adjuvante, ou seja, em conjunto com uma dieta com redução calórica e aumento da atividade física, conforme sublinha também a Organização Mundial de Saúde ao enquadrar a obesidade como doença crónica.
Saxenda toma-se uma vez por dia, por via subcutânea, através de uma caneta pré-cheia. A administração é simples e o doente pode aprender a técnica com o apoio do médico, enfermeiro ou farmacêutico.
No entanto, como explica a equipa da Piko Health, a decisão de iniciar este tratamento deve ser sempre tomada em contexto de consulta médica, com avaliação clínica individualizada.
Alguns pontos importantes sobre como tomar Saxenda:
O tratamento exige compromisso: tomar a medicação de forma consistente, seguir as orientações alimentares e manter atividade física regular são pilares indissociáveis do sucesso terapêutico.

A dose inicial é de 0,6 mg por dia. A posologia segue um esquema de escalonamento progressivo durante, no mínimo, quatro semanas, conforme descrito no Resumo das Características do Medicamento (RCM) da EMA:
Este aumento gradual tem como principal finalidade reduzir a incidência de efeitos gastrointestinais, como náuseas, que são mais frequentes no início do tratamento.
Em adultos, de acordo com a EMA, o tratamento deve ser reavaliado após 12 semanas na dose de 3,0 mg/dia: se o doente não tiver perdido pelo menos 5% do peso corporal inicial, o tratamento deve ser descontinuado.
Este critério assegura que a medicação só é mantida quando demonstra benefício clínico relevante.
Não existe um horário único obrigatório. A recomendação oficial é que o doente escolha a hora mais conveniente do dia e mantenha essa hora de forma consistente, como explica a equipa da Piko.
A injeção pode ser aplicada a qualquer momento, de manhã, à tarde ou à noite, e pode ser feita com ou sem alimentos.
Na prática, muitos doentes optam por administrar a injeção sempre à mesma hora para criar uma rotina estável, o que facilita a adesão ao tratamento. Se um dia esquecer a dose e tiverem passado menos de 12 horas desde a hora habitual, deve injetar assim que se lembrar.
Se tiverem passado mais de 12 horas, deve saltar essa dose e retomar no dia seguinte, sem duplicar.
Os locais recomendados para a injeção subcutânea são o abdómen, a coxa e a parte superior do braço. O doente deve rodar os locais de injeção entre cada aplicação para reduzir o risco de reações locais e de formação de depósitos amiloides no tecido subcutâneo, conforme indicado no RCM.
A técnica de injeção é relativamente simples: desinfeta-se a zona com álcool, seleciona-se a dose na caneta, insere-se a agulha na pele num ângulo adequado e pressiona-se o botão de administração.
As instruções detalhadas acompanham a caneta pré-cheia e estão também no folheto informativo oficial. Em caso de dúvida, o enfermeiro ou farmacêutico pode demonstrar a técnica correta.

O princípio ativo é a liraglutida, um análogo do GLP-1 humano com 97% de homologia estrutural. Pertence ao grupo dos agonistas dos receptores de GLP-1, uma classe farmacológica que tem ganho relevância crescente no tratamento da obesidade e da diabetes tipo 2.
A concentração de 6 mg/ml refere-se à quantidade de liraglutida presente por cada mililitro de solução. Isto não significa que a dose diária seja de 6 mg. Na verdade, a dose máxima diária de Saxenda é de 3,0 mg. A concentração de 6 mg/ml é simplesmente uma propriedade farmacêutica da formulação.
Cada caneta pré-cheia de Saxenda contém 3 ml de solução, o que corresponde a um total de 18 mg de liraglutida por caneta. Dependendo da dose em que o doente se encontra na fase de titulação, cada caneta permite várias administrações.
A caneta pré-cheia permite selecionar as seguintes doses por administração: 0,6 mg, 1,2 mg, 1,8 mg, 2,4 mg e 3,0 mg. As apresentações comerciais incluem embalagens com 1, 3 ou 5 canetas pré-cheias. A duração de cada caneta depende da dose diária utilizada: na dose de manutenção de 3,0 mg, cada caneta permite cerca de duas administrações.
É importante não confundir a concentração da solução (6 mg/ml) com a dose efetivamente administrada, que é definida pelo médico e selecionada na caneta.
A bula, ou, mais corretamente em termos regulamentares, o folheto informativo, é o documento que acompanha cada embalagem do medicamento e que contém informação essencial para o doente.
Inclui indicações, contraindicações, posologia, modo de administração, efeitos indesejáveis e precauções.
O termo "bula" é muito pesquisado por quem quer informação rápida e fiável. No caso do Saxenda, o folheto informativo é aprovado pela EMA e disponibilizado nas línguas oficiais da União Europeia.
O Resumo das Características do Medicamento (RCM), por sua vez, é o documento técnico mais completo, destinado a profissionais de saúde.
A versão oficial e atualizada do folheto informativo e do RCM do Saxenda pode ser consultada diretamente no site da EMA, na página do EPAR do Saxenda. Aí encontra o documento em formato PDF, em português e noutras línguas. Este é o recurso mais fiável para quem pretende consultar a bula do Saxenda em PDF.
Sim. Saxenda é um medicamento sujeito a receita médica em Portugal e em toda a União Europeia. Não pode nem deve ser adquirido sem prescrição, como confirma a equipa da Piko Health.
Este enquadramento legal existe para garantir que a utilização é feita sob supervisão clínica, com avaliação prévia do perfil de saúde do doente, das indicações e das possíveis contraindicações.
O INFARMED, enquanto Autoridade Nacional do Medicamento, tem vindo a alertar para os riscos da aquisição de medicamentos, incluindo agonistas dos receptores de GLP-1, fora dos canais legais.
A compra por vias paralelas, redes sociais, sites não autorizados ou circuitos informais, constitui um risco real para a saúde, podendo envolver produtos falsificados ou inadequadamente conservados.
Caso queira ler mais sobre o preço de Saxenda e como pode comprá-lo, tem este nosso artigo ao seu dispor.
Sim. A dispensa de Saxenda faz-se exclusivamente em farmácia comunitária, mediante apresentação de receita médica válida. Este é o único canal legal e seguro para obter o medicamento em Portugal.
É fundamental que os doentes não procurem alternativas fora do circuito farmacêutico.
Conforme divulgado pelo INFARMED numa circular informativa sobre agonistas do receptor da GLP-1, a utilização abusiva e a compra em canais ilegais têm sido objeto de preocupação pelas autoridades de saúde, a nível nacional e europeu.
Não existe uma duração universal fixa para todos os doentes. A continuação do tratamento depende de vários fatores: a resposta clínica (perda de peso efetiva), a tolerabilidade individual, os objetivos definidos com o médico e a evolução global do estado de saúde.
A EMA recomenda que o médico reavalie anualmente a necessidade de manter o tratamento. Se após 12 semanas na dose máxima não se verificar uma perda de pelo menos 5% do peso inicial (em adultos), o tratamento deve ser descontinuado.
A obesidade é reconhecida como uma doença crónica por organizações como a OMS e pela comunidade científica internacional. Isto significa que, em muitos casos, a estratégia de controlo do peso pode ser mantida a médio ou longo prazo, com acompanhamento contínuo, e não apenas durante um período limitado.
Quando o tratamento com Saxenda é interrompido, é comum que o apetite aumente e que parte do peso perdido seja recuperado.
Este fenómeno não é exclusivo da liraglutida: uma revisão narrativa publicada no Journal of Clinical Medicine (2025) analisou ensaios clínicos randomizados e concluiu que a recuperação ponderal após a suspensão de agonistas dos receptores de GLP-1 tende a ocorrer de forma relativamente rápida, independentemente da duração prévia do tratamento.
Contudo, é importante não dramatizar: o grau de recuperação de peso varia entre indivíduos, e nem todos os doentes recuperam a totalidade do peso perdido.
Uma meta-análise de 2025 publicada no PubMed indicou que, após a descontinuação de liraglutida, a recuperação ponderal média foi de cerca de 2,2 kg, embora a proporção de peso recuperado fosse proporcional ao perdido inicialmente.
Estudos observacionais mais recentes sugerem que uma parte significativa dos doentes consegue manter pelo menos parte dos resultados após a suspensão, sobretudo quando mantém hábitos de vida saudáveis.
É por este motivo que a descontinuação do tratamento deve ser sempre planeada em conjunto com o médico, idealmente com reforço das estratégias de alimentação, atividade física e acompanhamento comportamental.

A medicação, por si só, não substitui a adoção de um estilo de vida saudável.
A Direção-Geral da Saúde (DGS), através do Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável (PNPAS), sublinha que a promoção de hábitos alimentares adequados e de atividade física regular são prioridades nacionais de saúde pública, especialmente no contexto da prevenção e controlo da obesidade.
Uma alimentação equilibrada, variada e com défice calórico adequado ao objetivo de perda de peso é parte integrante do tratamento com Saxenda.
Não se trata de "fazer dieta" de forma pontual, mas de adotar um padrão alimentar sustentável a longo prazo.
A orientação de um nutricionista pode ser determinante para personalizar o plano alimentar e assegurar que o doente obtém todos os nutrientes necessários, sem comprometer a saúde.
As diretrizes da OMS sobre atividade física (2020) recomendam que adultos realizem entre 150 e 300 minutos semanais de atividade física de intensidade moderada, ou 75 a 150 minutos de intensidade vigorosa.
A atividade física contribui para a manutenção do peso perdido, melhora a composição corporal, protege a saúde cardiovascular e tem efeitos positivos sobre o humor, o sono e a saúde mental.
O controlo do peso beneficia de uma abordagem multidisciplinar.
Para além do médico prescritor, outros profissionais podem desempenhar um papel relevante:
A DGS, no seu Roteiro de Ação para Acelerar a Prevenção e Controlo da Obesidade em Portugal (2025), prevê a criação de percursos integrados de cuidados para a pessoa com obesidade e reforça a importância do aconselhamento breve para a alimentação saudável e atividade física nos cuidados de saúde primários.
A qualidade do sono e a gestão do stress são também fatores que influenciam o peso e que merecem atenção no contexto de um tratamento abrangente.
Leia também este nosso artigo sobre quantos quilos por semana emagrece Saxenda, em média.
Não. Embora Saxenda e Victoza partilhem a mesma substância ativa, a liraglutida, não são o mesmo medicamento do ponto de vista da indicação terapêutica e do posicionamento clínico.
O Victoza (liraglutida, nas doses de 0,6 mg, 1,2 mg e 1,8 mg) era um medicamento indicado para o tratamento da diabetes mellitus tipo 2 em adultos, adolescentes e crianças a partir dos 10 anos, como adjuvante à dieta e ao exercício.
A dose máxima do Victoza era de 1,8 mg/dia, inferior à dose de manutenção do Saxenda (3,0 mg/dia). Os dois medicamentos tinham indicações clínicas distintas e não devem ser utilizados de forma intercambiável sem avaliação médica.
Não. De acordo com a circular informativa do INFARMED de 14 de julho de 2025, a empresa Novo Nordisk comunicou que iria deixar de comercializar definitivamente em Portugal o medicamento Victoza (liraglutido, 6 mg/ml, solução injetável em caneta pré-cheia), por razões comerciais, com data efetiva de 31 de dezembro de 2025.
O INFARMED recomendou que os médicos não iniciassem novos tratamentos com Victoza e promovessem a substituição atempada da terapêutica nos doentes que o utilizavam.
A título excecional, foram autorizadas embalagens com rotulagem em língua estrangeira, acompanhadas de folheto informativo em português, para garantir a transição gradual.
É importante sublinhar que esta cessação se deve a uma decisão comercial da empresa e não a motivos de segurança do medicamento.
O tratamento com Saxenda pode ser uma ajuda significativa no controlo do peso quando bem indicado e integrado numa estratégia global que inclui alimentação saudável, atividade física e acompanhamento profissional.
Os agonistas dos receptores de GLP-1, como a liraglutida, representam um avanço relevante na abordagem da obesidade, uma doença crónica que afeta uma proporção elevada da população portuguesa e que exige respostas clinicamente fundamentadas.
No entanto, a medicação não dispensa o compromisso do doente com a mudança de hábitos, nem substitui a orientação médica. Saxenda é um medicamento sujeito a receita médica, devendo ser adquirido exclusivamente em farmácia e utilizado sob supervisão clínica.
A decisão de iniciar, manter ou suspender o tratamento cabe sempre ao médico, em diálogo com o doente.
Este artigo tem caráter informativo e não substitui aconselhamento médico profissional.
Saxenda serve para o controlo do peso em adultos com obesidade (IMC ≥ 30) ou excesso de peso com comorbilidades (IMC ≥ 27). Contém liraglutida, um agonista dos recetores de GLP-1 que atua na regulação do apetite. A sua utilização é feita como complemento de dieta e exercício, sob receita médica.
A administração é feita uma vez por dia, por injeção subcutânea, com a caneta pré-cheia. A dose começa em 0,6 mg e aumenta gradualmente até 3,0 mg ao longo de pelo menos quatro semanas.
O tratamento deve ser sempre orientado por um médico e acompanhado por mudanças na alimentação e aumento da atividade física.
A posologia segue um esquema de titulação: 0,6 mg na semana 1, subindo 0,6 mg por semana até atingir 3,0 mg (dose de manutenção) a partir da semana 5.
Este aumento gradual visa reduzir efeitos gastrointestinais como náuseas. Se o doente não tolerar uma dose, o médico pode ajustar o ritmo de escalonamento, como explica a equipa da Piko Health.
Não há um horário fixo obrigatório, o doente escolhe a hora mais conveniente e mantém-na. Pode ser de manhã, à tarde ou à noite, com ou sem alimentos. A consistência na hora de administração ajuda a criar rotina e a não esquecer doses.
Os locais recomendados são o abdómen, a coxa e a parte superior do braço. Deve-se rodar o local de injeção a cada administração. A via é exclusivamente subcutânea; nunca intravenosa nem intramuscular.
Sim, Saxenda é medicamento sujeito a receita médica em Portugal e na União Europeia. Não pode ser obtido sem prescrição e deve ser dispensado exclusivamente em farmácia.
A bula oficial (folheto informativo) está disponível no site da EMA, na página do Saxenda, em formato PDF e em várias línguas, incluindo português. É a fonte mais fiável e atualizada.
Significa que cada mililitro de solução contém 6 mg de liraglutida. A dose diária máxima de Saxenda é de 3,0 mg, a concentração de 6 mg/ml é uma propriedade da formulação, não a dose administrada. Cada caneta tem 3 ml, totalizando 18 mg de liraglutida.
Não. Partilham o mesmo princípio ativo (liraglutida), mas têm indicações diferentes: Saxenda destina-se ao controlo do peso; Victoza era indicado para diabetes tipo 2.
O Victoza deixou de ser comercializado em Portugal, por razões comerciais, a 31 de dezembro de 2025, conforme comunicação oficial do INFARMED.
Após a suspensão, é comum sentir aumento do apetite e pode ocorrer recuperação parcial do peso perdido. O grau de recuperação varia entre indivíduos.
Manter hábitos alimentares saudáveis e atividade física regular ajuda a preservar os resultados. A suspensão deve ser sempre planeada com o médico.
EMA – Saxenda: EPAR, Resumo das Características do Medicamento e Folheto Informativo. Disponível em: https://www.ema.europa.eu/en/medicines/human/EPAR/saxenda
EMA – Saxenda: Informação do medicamento (RCM/Folheto em PDF). Disponível em: https://www.ema.europa.eu/en/documents/product-information/saxenda-epar-product-information_en.pdf
EMA – Saxenda: Resumo público do EPAR em português. Disponível em: https://www.ema.europa.eu/pt/documents/overview/saxenda-epar-summary-public_pt.pdf
INFARMED – Circular Informativa: Liraglutida – Cessação de comercialização do Victoza (14/07/2025). Disponível em: https://www.infarmed.pt/web/infarmed/infarmed/-/journal_content/56/15786/11448755
INFARMED – Recomendações para gestão da disponibilidade dos medicamentos agonistas do recetor da GLP-1 (03/07/2024). Disponível em: https://www.infarmed.pt/web/infarmed/infarmed/-/journal_content/56/15786/10150386
OMS – Obesity and Overweight: Fact Sheet. Disponível em: https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/obesity-and-overweight
Bull FC et al. – World Health Organization 2020 guidelines on physical activity and sedentary behaviour. Br J Sports Med. 2020;54:1451–62. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/33239350/
DGS – Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável. Disponível em: https://alimentacaosaudavel.dgs.pt/
DGS – Roteiro de Ação para Acelerar a Prevenção e Controlo da Obesidade em Portugal (2025). Disponível em: https://www.dgs.pt/em-destaque/dia-mundial-da-obesidade-dgs-apresenta-roteiro-de-acao-para-acelerar-a-prevencao-e-controlo-da-obesidade-em-portugal.aspx
Sbraccia P et al. – Weight Regain After Liraglutide, Semaglutide or Tirzepatide Interruption: A Narrative Review of Randomized Studies. J Clin Med. 2025;14(11):3791. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/40507553/
Ard JD et al. – Discontinuing glucagon-like peptide-1 receptor agonists and body habitus: A systematic review and meta-analysis. Obes Rev. 2025. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/40186344/
Pi-Sunyer X et al. – A Randomized, Controlled Trial of 3.0 mg of Liraglutide in Weight Management. N Engl J Med. 2015;373:11–22. Disponível em: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1411892
Lundgren JR et al. – Healthy Weight Loss Maintenance with Exercise, Liraglutide, or Both Combined. N Engl J Med. 2021;384:1719–1730. Disponível em: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa2028198

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